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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Pelos sotaques… de Portugal

Por variadíssimas circunstâncias da vida já percorri muitas terras deste Portugal, ao longo da vida, e orgulho-me disso. Às vezes, nas redes sociais, leio no perfil da maioria das pessoas “De: Lisboa; Estudou em: Lisboa; Vive em: Lisboa” e penso para mim o quanto que isto deve ser entediante. Acho que toda a gente deveria passar por um período, ou vários, de vivência noutro local. Não falo de férias, mas mesmo de viver nos locais, conhecer as gentes, os mercados, os cheiros e as fronteiras entre os sítios bem e mal frequentados. Acho que ganhamos muito em termos de tolerância e abertura de mente, mas isto sou eu que acho.
Ora como devo ter alguma coisa de esponja-de-sotaques, sempre que passo mais de 6 meses a viver numa terra, absorvo parte da respectiva pronúncia local e incorporo-a no meu próprio dialecto. E digo dialecto porque agora tenho uma mistura tal de pronúncias, que já não é propriamente de um só lugar, mas de vários. Quando me acabam de conhecer, desenvolvendo-se os laços mínimos da confiança, a pergunta é inevitável: “Donde é? É que a sua pronúncia…” Tinha alunos que faziam apostas sobre a origem da minha pronúncia enquanto não descobriam a história real do meu percurso geográfico.
O que acho curioso é que, em todos os sítios por onde passei, invariavelmente as pessoas tinham pronúncia e negavam a sua existência. Claro que há sempre quem tenha mais ou menos sotaque, mas em cada região há pronúncia própria mesmo que seja em pequenas subtilezas.

Neste momento vivo perto de Braga e aqui os “a” são abertos. Muuuito abertos. A própria palavra Braga denuncia logo os seus habitantes. Por acaso este é dos meus sotaques preferidos.
Há pouco tempo estava em Guimarães e ouvi uma mãe a chamar o seu filho na rua: “Oh Quinhe! Quiiinhe! Ánda já aqui à mainhe!” E acho adorável. E tenho a certeza que se alguém perguntar à senhora se acha que tem pronúncia ela vai responder um não daqueles redondos! E só posso sorrir quando pessoas nas lojas onde vou me dizem “A menina num é de caá pois náão? Eu bi luogopla sua pronúuncia…”

Receita de peito de frango com amendoim

E cá vai uma receita saudável que me surgiu há uns tempos. Ficou delicioso o contraste de sabores e é simples de fazer. Acompanhei com um arroz soltinho.

Ingredientes
peitinhos de frango
pimenta acabada de moer
azeite
alho
amendoim picado
sal

Como fazer
Temperei os peitos de frango com sal, pimenta e alho. Reguei-os com um fio de azeite e espalhei-o sobre a carne para depois aderir melhor ao amendoim.
Num pratinho onde estava o amendoim picado, fui passando os peitos de frango virando e deixando-os bem cobertos.
Fritei numa frigideira anti-aderente só com um pouco de azeite no fundo em lume brando, até ficarem dourados.
Também deve ficar bom com peru.
Delicioso e saudável!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

2012

E eis que chega, cheio de sol e boas energias o ano de 2012!
Para quem ainda não se apercebeu há um certo clima de pessimismo nos noticiários e na maioria dos discursos de início de ano. Se bem que esse clima já cá andava em 2011 e em 2010 e até há uns bons anos atrás, portanto, nada de novo: temos só de o contrariar e ignorar, porque o seu futuro é resultado das suas escolhas feitas no seu presente.

Para mim, o ano de 2012 vai ser um ano fantástico! E como é que eu sei? Porque acredito mesmo nisso e porque vou fazer por isso! Sim, se achava que era só acreditar e esperar sentado, desengane-se, há que fazer alguma coisa na direcção do que pretende.
Procure bem no seu interior o que o faz feliz e vai ficar espantado com a simplicidade do que realmente acaba por ser importante para a nossa felicidade. Se descobrir que há coisas na sua vida que estão mal, tem bom remédio: MUDE. As maiores mudanças na nossa vida têm origem em mudanças nossas, do nosso interior, da nossa atitude.

Sorria muito, ria mais ainda e lembre-se que tudo tem um lado bom, é só procurar, encontrar, aprender alguma coisa e seguir em frente. Bom ano!

Procurar, aqui na casa