> CASAPONTOCOME: Maio 2015

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Viver o sol

Os dias estão lindos e já se ouvem queixas de excesso de calor em pleno Maio. Parece-me tão bem!
Por aqui, estamos em meditações e reorganizações de vida profissional, e com dias assim, até se pensa melhor.

A vida segue e o bom tempo faz-nos planear passeios, convívios, fotografias, enfim, coisas boas! 
Aproveitar o sol e viver muito: viver tudo o que é bom e com quem nos faz bem. Pode haver maneiras melhores de viver uma vida, mas eu não conheço nada melhor.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Olá, calor!

Todos os anos há um dia que me parece a verdadeira transição para o tempo quente. Não é o primeiro dia de Primavera, nem o primeiro dia de Maio, não é um dia certo. É aquele dia em que saímos de casa sem casaco e com os braços ao léu, pela primeira vez no ano.

E ontem foi esse dia, pelo menos aqui por terras do Minho. Um calor bom, que envolve a pele e nos faz sorrir. Não quero saber se o nome é Primavera, Verão ou meia estação: olá calor, que saudades! 

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Danças ocultas na Casa da Música

Ainda em fase de adaptação a novas rotinas, teimo em fazer coisas boas no tempo livre que me resta. Assim que ouvi falar deste concerto, tomei nota na minha agenda, sabia que seria uma experiência deliciosa, e assim foi. O quarteto “Danças ocultas” acompanha-me há muitos anos: fui eu quem os apresentou ao HDC, estudámos muitas vezes ao som destas concertinas, por terras transmontanas. A mim, estas melodias levam-me de volta à aldeia da minha avó, a dias de sol e passeios à beira-Vouga, ao som do vento em árvores altas e ao cheiro a plantas e a terra.

Apesar de mais associado ao folclore, o som da concertina, aqui, é conjugado de outra forma, elevado a outros níveis e o resultado é difícil de explicar: tem de ser ouvido.
Foi uma noite mágica na Casa da Música: uma sala cheia e totalmente rendida aplaudiu de pé estes 4 senhores e os seus convidados. Eu saí de lá mais leve, com a ideia bem reforçada da importância da música na minha vida: acredito sinceramente que não poderia viver sem ela.