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domingo, 8 de maio de 2016

Coimbra na Primavera

Foi num dia de ar morno e céu azul que descemos, rumo ao Sul.

Primeira paragem: a incontornável sandes de leitão na Mealhada e depois, Coimbra. Adoro Coimbra… Esta é a minha cidade-mãe porque foi aqui que os meus pais se conheceram, portanto eu e Coimbra temos uma ligação muito especial.

Ficámos no charmoso Hotel Jardim, num quarto enorme, com janelas altas sobre o parque do Mondego. Visitámos o Paço das escolas, a Biblioteca Joanina, onde nunca tínhamos ido. Tirámos mil e uma fotografias e passeámos vagarosamente por praças e vielas que já conhecemos bem, mas que não nos cansamos de visitar.

Coimbra nunca é demais: tem sempre uma boa surpresa à nossa espera, em cada recanto. Ao virar uma esquina, numa esplanada, alguém canta um fado de Coimbra que sei de cor e mergulho nostalgicamente nas memórias da minha infância.

Ao fim da tarde, bebemos a luz rosada da cidade ao som de música suave, no Passaporte lounge terrace, um espaço incrível no edifício do antigo Governo Civil, com uma vista fabulosa sobre o rio.  


Há qualquer coisa na luz desta cidade que me faz ficar sempre com vontade de voltar. 






2 comentários:

  1. Sabe bem ler uma jovem que ama a terra onde nascemos. Tens razão Cláudia. Coimbra é uma cidade ímpar, onde o ar que se respira é diferente, onde o Mondego outrora cheio de inverno e seco de verão é agora um rio a tempo inteiro. Do Choupal até à Lapa continua a ser o "cantinho" dos poemas, dos trovadores. "Ouvem-se as vozes do Zeca, do Adriano, do Berna. As guitarras do Portugal e do Jorge. Coimbra é a cidade do regresso. De quem como eu, lá nasceu, ou de quem por lá passou. Beijinhos

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    1. Sou apaixonada por esta cidade. E quanto mais a visito mais me apaixono. Beijinhos!

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