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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Fly


Ao longo dos últimos meses aprendi e cresci imenso e, por isso, estou grata.   
Constatei que o tempo é infinitamente mais valioso que o dinheiro.
Descobri capacidades e competências que nunca imaginei ter.
Clarifiquei e ordenei as minhas verdadeiras prioridades na vida.
Percebi que as decisões maiores da nossa vida têm de ser feitas por e com amor: para mim não faz sentido se não for assim.   

Quando sentimos que alguma coisa está errada na nossa vida, a única coisa a fazer é parar. Parar mesmo e olhar em volta do agora. Perguntar “Eu estou aqui bem? Isto faz sentido agora? Faz sentido daqui a 2 anos, daqui a 10 anos?” E acreditar nas respostas que surgem. E agir de acordo com elas.

Foi o que fiz. Depois de meses de ponderação, decidi dar o salto.
Se tenho medo? Não o suficiente para preferir passar pela vida com o “Vai-se andando” com o “mais ou menos” ou o “assim-assim”. Quero viver em vez de ir sobrevivendo.

E hoje é o primeiro dia do resto da minha vida. E hoje, estou mesmo feliz! 

2 comentários:

  1. Cheguei aqui mesmo por acaso, mas o seu post foi inspirador. Estou numa fase em que quero mudança também, em que já não me contento com o "vai-se andando"... Compreendo tão bem como o tempo é tão, mas tão mais importante que o dinheiro. Estou à procura do momento certo para dar o salto, mas sinto que tem sido difícil. Já dei o salto uma vez e foi bom, soube bem arriscar. Mas neste momento, só sinto uma grande angústia. E sinto-me sozinha. Sinto que quem está à minha volta não consegue compreender realmente as razões porque quero "saltar". Já parei há muito tempo e todos os dias faço essas perguntas... a resposta é sempre: isto não faz sentido nenhum; isto não tem nada a ver comigo...
    Peço desculpa por esta pequena "invasão", mas tenho precisado muito de um conforto. De umas palavras de incentivo. Obrigada por este post tão reconfortante. E parabéns pelo Blog!

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    Respostas
    1. Acho que depois de pensarmos bem e escolhermos outros caminhos, a decisão definitiva toma-se quase por si própria. É só pôr tudo na balança e escolher. Quanto aos outros, para mim a melhor ajuda foi a idade: à medida que o tempo passa interessa-me cada vez menos a opinião dos outros. É a minha vida e sou eu que tenho de viver com ela, portanto mais vale ser feliz!
      Boas escolhas e beijinhos! :)

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